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A pandemia do coronavírus trouxe muitos desafios, não só a médicos e cientistas, mas para a sociedade em geral. Desde o início à readaptação um novo jeito de conviver foi preciso, entre eles o modo de estudar: on-line.

Após mais de um ano vivendo o âmbito escolar em casa de forma virtual, a poucos dias atrás por decisão do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, as aulas estão voltando gradativamente a serem de forma presencial. Novamente um desafio para pais, professores, diretores e principalmente para crianças e adolescentes, que precisam se readaptar. Em entrevista para o Conexão Regional da Rádio Santa Cruz, a psicóloga do Hospital Santa Cruz, Nicole Soder salienta que “É um momento muito esperado por pais, cuidadores, avós e principalmente as crianças e adolescentes que já estavam aguardando a bom tempo este momento”.

São várias as mudanças que foram causadas ao longo deste ano pandêmico, não só a questão curricular, mas também a forma de se relacionar. Apesar da empolgação da maioria em voltar as aulas e ao convívio em sociedade, as regras de distanciamento, o inverno se aproximando e o número de óbitos no Brasil que não diminuem, colocam o país ainda em um momento difícil. Nas escolas a situação também não é fácil, falta estrutura, álcool gel, álcool 70% que é o recomendado pelo Ministério da Saúde, máscaras faciais, entre tantos desafios. E para as crianças a distância de não poder chegar perto do colega, abraçar ou ver o sorriso do amigo, são pequenos gestos que serão deixados de lado até que a pandemia acabe.

É importante a comunicação entre família e rede escolar para que as volta as aulas ocorram da melhor forma possível, pois o vírus ainda circula entre nós e é preciso manter as crianças e adolescentes em alerta para todos os cuidados necessário neste novo ambiente escolar. “Esse retorno ele é de muita expectativa e ao mesmo tempo de muito cuidado também, é um momento de mudança e adaptação a este cenário e aos protocolos de segurança, principalmente para a educação infantil”, Soder salienta ainda que os pais precisam conversar com seus filhos para que eles possam entender o momento, onde há muitas mudanças. “O momento pede também este cuidado, este distanciamento, pra educação infantil é algo muito peculiar em razão da fase deste grupo”, finaliza Soder.

Um dos fatores que também influencia para que seja proveitosa a volta as aulas é trazer as crianças para o convívio, de forma que situações que estavam se agravando como obesidade infantil e ansiedade, possam ser solucionadas e que irá trazer melhor vivência para as crianças. O aprendizado é importante em qualquer fase da vida, seja ele presencial ou on-line, bom ou ruim, é um desafio para todos.

Por: Lauren Fernandes

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