Palco de vitórias importantes do esporte brasileiro no vôlei, basquete, ginástica, tênis e outras modalidades, o Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, vibrou com a conquista de Rayssa Leal na SLS Super Crown, a final da Liga Mundial de skate street. Com direito a um 9 na volta, o primeiro da história da competição, a brasileira levantou as oito mil pessoas presentes para conquistar um dos títulos mais importantes da temporada.

Rayssa já tinha sido a melhor nas semifinais, no sábado, totalizando 30,5. Neste domingo, a soma dela foi de 31,9. A vice-campeã foi a campeã olímpica Momjii Nishiya, com 30,6. Em terceiro, Paige Heyn, com 28,8.

O skate street tem três circuitos em que os principais atletas do mundo participam: o X Games, o mais antigo e tradicional, o Circuito Mundial, que vale pontos para o ranking de classificação para Paris, e a Street League, considerada a mais importante da temporada. A última etapa é exatamente essa do Ibirapuera.

No regulamento, cada atleta faz duas voltas de 45s por todo circuito e ainda outras cinco manobras únicas. As quatro melhores notas contam para a pontuação final, com limite de apenas a pontuação na volta completa.

Na primeira volta, Rayssa já levantou o público com uma série muito boa, com poucos desequilíbrios, e a nota de 8,1, enquanto Nishiya estava em segundo com 6.3. Na segunda volta, conseguiu uma nota 9 e aumentou a margem na liderança para o início das manobras.

Na primeira manobra, conseguiu uma nota 8 e abriu três pontos de vantagem para as rivais. Aí, usou a estratégia de ser mais conservadora nas manobras para garantir notas, mesmo que não fossem tão grandes quanto as anteriores. Fez 6,4 na segunda manobra e, na sequência, conseguiu 8,5. Depois, uma queda. Na última tentativa, arriscou tudo, caiu, mas já estava com o título garantido.

Fonte: O Sul

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