Com a presença do presidente da Federação das Associações de Municípios do RS (Famurs), Luciano Orsi, e do Secretário Estadual do Desenvolvimento Urbano e Metropolitano, Carlos Rafael Mlmann, aconteceu na tarde desta sexta-feira, 8, em Mato Leitão, reunião conjunta das Associações de Municípios do Vale do Taquari (Amvat) e do Rio Pardo (Amvarp). Na oportunidade, além de deliberar pautas gerais de cada associação, foi confirmada a participação de uma comitiva de prefeitos em visita técnica à cidade de Blumenau-SC. O objetivo da região é buscar ferramentas que auxiliem na prevenção de novas enchentes.

A cidade catarinense que enfrentou a maior tragedia da sua história há 15 anos, quando 24 pessoas morreram e mais de 25 mil tiveram que abandonar suas casas, se prepara para receber a comitiva do Vale do Taquari no próximo dia 18 de dezembro. Além do prefeito Mário Hildebrand, o ex-governador e atual diretor de operações do BRDE, Ranolfo Vieira Júnior, organizam a agenda no vale catarinense.

Durante a reunião, o presidente eleito da Amvat, Jarbas da Rosa, destacou a importância de buscar a experiência daquela região para seguir construindo alternativas conjuntas para o futuro. “Queremos saber como foi a reconstrução de Blumenau, as experiências que podemos aplicar aqui, a estruturação da Defesa Civil e temas afins”, destacou Jarbas da Rosa.

O prefeito de Venâncio Aires, ao convidar prefeitos e equipes técnicas dos municípios, pediu um levantamento de interessados até a próxima segunda-feira, 11, quando a Amvat poderá disponibilizar, inclusive, um ônibus para reunir a comitiva.

ICMS – Durante assembleia, o presidente da Famurs solicitou votação interna dos prefeitos e repasse à entidade sobre o projeto que prevê recomposição da alíquota de ICMS para alguns setores. O objetivo é ter de forma clara, na próxima semana, a posição das prefeituras gaúchas com relação ao projeto. O assunto também foi a pauta principal de fala do secretário estadual Rafael Mallmann. “É um momento histórico e não podemos ser acusados de não debater a economia do Rio Grande para os próximos 50 anos”, avaliou.

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