Foto: Divulgação

As FDI (Forças de Defesa de Israel) iniciaram na noite de terça-feira (14) uma operação militar contra o Hamas no Hospital Al-Shifa, o maior da Faixa de Gaza. Soldados israelenses afirmaram que mataram terroristas e apreenderam armas no local.

Israel diz que o grupo usa túneis no hospital para realizar operações militares e manter reféns. O Hamas nega. “Os soldados das FDI acharam armas e outras infraestruturas terroristas. Na última hora, vimos evidências concretas de que os terroristas do Hamas usaram o hospital de Shifa como um quartel-general terrorista”, afirmou um oficial nesta quarta-feira (15).

“Nas últimas semanas, as FDI alertaram publicamente repetidas vezes que o uso militar continuado do hospital pelo Hamas põe em risco o seu estatuto protegido pelo direito internacional”, afirmaram as forças militares.

As FDI informaram que deram um prazo de 12 horas para que as atividades militares do Hamas fossem interrompidas dentro do hospital, o que não aconteceu.

Em um comunicado, o grupo terrorista afirmou que considera Israel e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, “totalmente responsáveis pelo ataque do Exército de ocupação ao complexo médico de Al-Shifa”.

“A adoção da falsa narrativa [israelense] pela Casa Branca e pelo Pentágono, alegando que a resistência está usando o complexo médico de Al-Shifa para fins militares, foi um sinal verde para a ocupação cometer mais massacres contra civis”, disse o Hamas.

Cerca de 1 mil palestinos, entre pacientes e pessoas que procuram abrigo, estão no hospital, segundo médicos que atuam no local. As FDI afirmaram que foram enviados à instituição de saúde suprimentos e equipamentos, como incubadoras e comida para bebês. Tudo foi transportado por tanques militares.

Fonte: O Sul

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