Foto: Arquivo Afubra

A Mostra Científica Verde é Vida reúne alunos pesquisadores e professores orientadores de forma a apresentar trabalhos de pesquisa e iniciação científica, conforme o Método Científico em vigor no Brasil. O Verde é Vida divide a Mostra em Etapa Escolar, Etapa Regional e Etapa Sul-Brasileira. Com a pandemia da Covid-19 e a impossibilidade de encontros presenciais, se inovou incentivando as escolas parceiras a realizarem, durante o mês de agosto, a Etapa Escolar, que foi acompanhada pela equipe Técnico Pedagógica do Verde é Vida de forma presencial e remota. A Etapa Regional foi realizada durante os meses de outubro e novembro, onde foram indicados os 13 trabalhos para a Etapa Sul-Brasileira, que se realizará durante a 20ª Expoagro Afubra, de 23 a 26 de março de 2022. “A forma de participação dos alunos e professores dependerá das restrições sanitárias que estarão em vigor”, pondera Adalberto Huve, coordenador-geral do Verde é Vida.

Para a etapa Regional, foram 49 trabalhos inscritos: cinco do Paraná, 12 de Santa Catarina e 32 do Rio Grande do Sul, que foram avaliados por cinco pessoas, de forma individual, sem conhecimento das notas dos outros avaliadores. Destes trabalhos, 13 estão classificados para representarem suas regiões e Estados durante a 20ª Expoagro Afubra: dois do Paraná, quatro de Santa Catarina e sete do Rio Grande do Sul. O professor José Leon Macedo Fernandes, coordenador pedagógico do Verde é Vida, explica que a divisão levou em conta o número de trabalhos inscritos por Estado.

 

COMISSÃO DE AVALIAÇÃO:

Da Universidade Federal de Rio Grande (Furg), Campus de São Lourenço do Sul/RS: Andréa Cavalheiro Felix, Eliara Beatriz Westphal Conrad, Sueli Strelow e Frederico Ribeiro Seus;

Da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), de Santa Maria/RS: Claudia Costella, Adriana Maria Griebeler, Vanessa Vieira Trindade Oliveira e Júlia Luiza Stahl;

Do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), de Camaquã/RS: Mariana Radtke Rosa e Thuani Ceroni Silveira;

Da Universidade Unopar, de Rio Negro/PR: Tiago Kamiensky Lopes, Márcio Aurélio Priotto e Gilson Machado Rosa;

Da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná: Anália Vanessa Surkamp, Otávio Maia Vicakas, Gabriele Gonçalves Sirigali, Flávia Milena Moresco, Edson Renan Maciel Kugeratski, Gabriel Ribeiro Tito Coelho, Fátima Luana Techy, Bárbara Jagiello Ramos, Fernanda Naiara Voinarski, Juliana Helena de Souza Cursio, Thiago Antunes, Victória Maria Scremin Corrêa, Liana Kluger, Daniele Ukan e Eliton Ricardo Schuerts.

 

TRABALHOS INDICADOS: 

Como acontece a polinização no meio ambiente, da escola Favo de Mel, de Prudentópolis/PR;

Multiplicando as suculentas, da escola José de Lima, de Rio Negro/RS

A abelha não faz mal, faz mel – abelhas espécie Mandaçaia, da escola Modelo Ella Kurth, de Rio do Sul/SC;

O composto de cada dia, da escola Rotary Fritz Lucht, de Joaçaba/SC;

A escola no caminho da sustentabilidade, da escola Frei Silvano, de Água Doce/SC;

Análise do conhecimento etno-herpetológico e ocorrência de acidentes ofídicos em uma comunidade escolar rural, escola Ernesto Hachmann, de Capinzal/SC;

Pecuária sustentável combinando árvores, gado e pastagem, da escola Seomar Mainardi, de Sobradinho/RS;

Resgate e inovação da herança cultural de plantas medicinais, da escola Olavo Bilac, de Rio Pardo/RS;

Biodigestor: uma solução para geração de biogás e biofertilizante, diminuindo a poluição em pequenas propriedades rurais, da escola Balduíno Brixner, de Arroio do Tigre/RS;

Abelhas: pequenas ações, grandes lições, da escola Adolfo Mânica, de Boqueirão do Leão/RS;

Um olhar para o lixo, da escola Felipe Becker, de Santa Cruz do Sul/RS;

Vamos pensar: o que é lixo, da escola Coronel Tomaz Pereira, de Venâncio Aires/RS;

Incentivando a educação ambiental com uso da composteira, da escola Casemiro de Abreu, de Rio Pardo/RS.

Fonte: Jorn. Luciana Jost Radtke/ Afubra

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