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O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica), conhecido por sinalizar uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB), encolheu 0,15% em agosto, na comparação com julho, segundo dados divulgados nesta sexta-feira, 15, pelo Banco Central. A variação negativa interrompe a série de quatro altas seguidas do indicador, que recuou aos 139,23 pontos na série dessazonalizada (livre de influências), resultado 0,19% abaixo do patamar pré-pandemia, quando o IBC-Br figurava aos 139,49 pontos.

O resultado registrado entre junho e agosto é 6,26% superior ao do mesmo período do ano passado. Já nos primeiros oito meses de 2021, a alta acumulada do indicador é de 6,4%. Em relação ao mesmo mês de 2020, o crescimento apresentado pelo indicador foi de 4,74%. Na análise trimestral, o período finalizado em agosto apresenta uma alta de 0,21% da atividade econômica em relação ao trimestre compreendido pelos meses de maio, junho e julho. Em 12 meses, o IBC-Br acumula ganho de 3,99%.

As expectativas atuais dos agentes do mercado financeiro ouvidos semanalmente pelo BC apontam que o PIB — soma de todos os bens e serviços produzidos no País — brasileiro vai crescer 5,04% neste ano, na comparação com o ano passado, quando as riquezas nacionais desabaram 4,1% devido à pandemia.

Os dados da prévia do PIB, que são coletados a partir de uma base de similar a do indicador oficial do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). No segundo trimestre deste ano, a econômica brasileira recuou 0,1%. Para o IBC-Br, houve alta de 0,12% na atividade econômica do mesmo período.

Fonte: Correio do Povo

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