Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados

O presidente Jair Bolsonaro recebeu, nesta quarta-feira, 24, a Medalha do Mérito Legislativo, entregue pela Câmara dos Deputados. A homenagem é concedida a autoridades, personalidades, instituições ou entidades que prestaram serviços relevantes ao Poder Legislativo ou ao Brasil.O presidente foi indicado para receber a medalha pelo deputado Vitor Hugo, líder do PSL na Câmara. Durante a solenidade, realizada no plenário da Casa, Bolsonaro disse estar honrado com a condecoração, lembrou já ter participado do Parlamento e que espera interagir mais com os deputados.

“Só podemos pensar em um Brasil melhor a partir do momento que nós estivermos perfeitamente sintonizados. É dessa forma que se constrói uma grande nação, e nós temos potencial para isso e muito mais”, disse o chefe do Executivo. “Espero cada vez mais poder interagir com todos vocês de modo que possamos escrever uma linda história para a nossa nação”, acrescentou.

Bolsonaro fez a pé o percurso de menos de um quilômetro entre o Palácio do Planalto e o Congresso. Além dele, também receberam a honraria, criada em 1983, outros 31 homenageados, entre eles deputados e ex-deputados federais, o ministro de Relações Exteriores, Carlos França, o fotógrafo Sebastião Salgado e o papa Francisco.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), disse que os agraciados com a medalha auxiliaram o Parlamento a atravessar a pandemia de Covid-19, que ocasionou “mortes, inflação, desemprego e impactos sobre a economia”.

“Em meio à fúria dessa tempestade sem precedentes, o Parlamento brasileiro permaneceu firme como um farol, iluminando o caminho a ser seguido”, disse. “Mas nós não trabalhamos sozinhos nessa árdua tarefa. Para que o Legislativo pudesse dar à sociedade brasileira as respostas mais certas em nossa hora mais incerta, a contribuição, a inspiração e o apoio dos agraciados deste ano foram fundamentais”, declarou Lira.

“Mito” e “genocida”

Quando Bolsonaro foi chamado para receber a medalha, parlamentares da oposição começaram a gritar “genocida”. Em resposta, deputados da base aliada chamaram o presidente de “mito”.

Fonte: O Sul

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