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Ocorreu, às 10h desta quarta-feira, 07, o leilão do governo federal para conceder 22 aeroportos à iniciativa privada por até 30 anos. O governo esperava movimentar até R$ 6,1 bilhões com a concessão dos terminais, mas o valor ficou em R$ 3,3 bilhões.

Tratava-se, inclusive, de um negócio represado, que já era prometido para o ano passado. Ao todo, foram três blocos concedidos: Sul, Norte I e Central.

Bloco Sul

É formado por nove terminais (investimento total de R$ 2,8 bi): Curitiba, Bacacheri, Foz do Iguaçu e Londrina (PR), Navegantes e Joinville (SC), e Pelotas, Uruguaiana e Bagé (RS).

A oferta mínima era de R$ 130,2 milhões e o pacote recebeu três ofertas:

R$ 2,128 bi, da Companhia de Participações em Concessões, com ágio de 1.534%;
R$ 1,050 bi, da Aena Desarollo, com ágio de 706%;
R$ 300 mi, da Infraestrutura Brasil Holding, com ágio de 20,1%.

Bloco Norte I

Possui sete aeroportos (R$ 1,8 bi): Manaus, Tabatinga e Tefé (AM), Porto Velho (RO), Boa Vista (RR), e Rio Branco e Cruzeiro do Sul (AC).

Com oferta mínima de cerca de R$ 47,8 milhões, o bloco recebeu duas ofertas:

R$ 50 milhões, do Consórcio AeroBrasil, com ágio de 4,4%;
R$ 420 milhões, da Vinci Airports, com ágio de 777,4%.

Bloco Central

Conta com outros seis (R$ 1,4): Goiânia (GO), Palmas (TO), São Luís e Imperatriz (MA), Teresina (PI) e Petrolina (PE).

A partir do lance mínimo de R$ 8,1 milhões, foram realizadas três propostas:

R$ 9,7 milhões, da ACI do Brasil, com ágio de 20,1%;
R$ 40,3 milhões, do Consórcio Central Airports, com ágio de 395%;
R$ 754 milhões, da Companhia de Participações em Concessões, com ágio de 9.156%.

Por O Sul

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