Em contagem regressiva para deixar o cargo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sofreu mais um baque nesta sexta-feira. O Twitter anunciou a suspensão definitiva da conta do político no serviço que sempre foi seu principal canal de comunicação.

A justificativa do Twitter foi pelo “risco de mais incitação à violência”, lembrando a invasão do Capitólio norte-americano, que causou cinco mortes e deixou uma marca na democracia dos EUA.

“No contexto dos eventos horríveis desta semana, deixamos claro que violações adicionais das regras do Twitter resultariam nesse curso de ação”, explicou nota oficial. “Nossa estrutura de trabalho é para permitir ao público ouvir oficiais eleitos e líderes mundiais diretamente. Mas deixamos claro, anos atrás, que eles não estão acima das regras para incitar violência, entre outras coisas”, frisou o comunicado do serviço.

Reabilitado brevemente no Twitter, Trump voltou a fomentar seus apoiadores mais radicais. Na primeira publicação, se colocou como defensor de seus eleitores, que ele classificou de “grandes patriotas americanos”. Na mensagem, o republicano garantiu que seus apoiadores terão uma “voz gigante” no futuro e que não serão “desrespeitados”.

O líder da Casa Branca tem sido duramente pressionado por ter incitado um protesto na sede do Legislativo dos EUA, que terminou em violência e na invasão do Capitólio.

Reabilitado brevemente no Twitter, Trump voltou a fomentar seus apoiadores mais radicais. Na primeira publicação, se colocou como defensor de seus eleitores, que ele classificou de “grandes patriotas americanos”. Na mensagem, o republicano garantiu que seus apoiadores terão uma “voz gigante” no futuro e que não serão “desrespeitados”.

O líder da Casa Branca tem sido duramente pressionado por ter incitado um protesto na sede do Legislativo dos EUA, que terminou em violência e na invasão do Capitólio.

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