Foto: Adriano Ellwanger – Assessoria de Imprensa

Membros da diretoria, administração e funcionários do Hospital Candelária deram um abraço simbólico na sede da instituição e cantaram os parabéns para marcar a passagem dos 65 anos de fundação da casa de saúde, completados nesta segunda-feira, dia 16 de maio.

De acordo com o administrador da unidade hospitalar, todos os anos havia uma programação especial para marcar o aniversário do hospital. Entretanto, nos últimos anos em virtude da pandemia não foi programado nenhum evento festivo. “Mas para não deixar passar em branco esta data tão importante, este ano e em 2020, fizemos este ato simbólico para reconhecer esta entidade tão importante para a saúde de nossa população”, disse Aristides Feistler.

O administrador da unidade hospitalar comenta que durante esta trajetória houve muitas transformações na instituição, alavancados por aporte de recursos externos e de enfrentamento a pandemia. “Fizemos um projeto junto ao Lions Internacional e fomos contemplados com 110 mil dólares, o que nos possibilitou a aquisição de gerador, camas elétricas, macas, cama de parto, respiradores e uma série de inovações”, destaca ao pontuar que devido ao baixo orçamento há necessidade de buscar tais recursos em outras fontes através de projetos, como no Sicredi, que também já nos apoiou. “Nosso objetivo é qualificar cada vez mais a estrutura e também os serviços oferecidos à comunidade, assistindo os pacientes de forma cada vez mais qualificada”, coloca.

Projetos

Quanto ao futuro da instituição, Aristides Feistler destaca que desde 2014 o Hospital Candelária possui um Plano Diretor, já apresentado para três ministros, mas que até agora ainda não foi contemplado com recursos externos. Segundo Feistler, há o apoio unânime dos prefeitos do Vale do Rio Pardo. “Já protocolei diretamente em Brasília com dois ministros, a gente tem que perseverar, uma hora vai sair, seja com o governo do Estado ou Federal”, pontua.

Além disso, o administrador destaca a realização de parceria e ainda neste ano o estabelecimento de saúde deve implantar tomógrafo e sistema de ultrassom, além de buscar habilitação de outros serviços visando aumentar a produção e elevar a receita. “Precisamos dispor de serviços que não têm na região, e para isso queremos implantar um ambulatório especializado em ginecologia”, antecipa.

Fatos lamentáveis

O administrador falou também sobre os fatos ocorridos nos últimos dias, quando funcionários da casa de saúde relataram situações desagradáveis enfrentadas por eles após serem ofendidos por pessoas que estavam em atendimento no hospital e que acabaram invadindo locais de acesso restrito, produzindo vídeos e publicações nas redes sociais. “A gente fica muito triste com relação a esses fatos, porque todos merecem o respeito. As pessoas acham que possuem somente o direito e esquecem do dever. Ninguém é saco de pancada para estar sendo desrespeitado, as vezes vêm alcoolizadas para o hospital, isso acaba atrapalhando o desempenho do serviço”, pontua.

A partir dos fatos ocorridos, a direção da casa de saúde avalia uma medida alternativa para inibir o acesso na casa de saúde de pessoas não autorizadas. “Não gostaríamos de fazer isso, pois com povo civilizado não há necessidade; em hipótese alguma quero colocar um guarda, porteiro ou serviço de vigilância privada com revólver na cintura, pra mim isso extrapola o respeito de um serviço prestado pelo hospital que é da comunidade, mas parece que quanto mais é oferecido mais somos cobrados”, finaliza ao citar que as pessoas precisam estar cientes dos seus atos, pois podem ser penalizados por eles.

Foto: Adriano Ellwanger – Assessoria de Imprensa

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